Lívio de Marchi, artista italiano especializado em esculturas de madeira, produziu recentemente uma réplica de Ferrari F50 em escala real, com motor. O modelo é do tipo anfíbio e aparece no link a seguir andando pelos canais de Veneza. Outros modelos que também estão entre as suas obras são um Jaguar 1937, um Fiat Topolino e um Volkswagen Beetle conversível. Não deixe de ver o vídeo do divertido passeio!
A edição de maio da Autoesporte já está nas bancas! Confira uma matéria especial sobre design que discute as remodelações mais recentes da indústria brasileira. Você gostou dos novos Golf e Palio? Convidamos designers famosos para opinar sobre o assunto. Não perca também o Qual Comprar 2007. Analisamos cerca de 400 modelos e versões para compor nossa pesquisa anual. Diga para a gente se você concorda com os resultados. Em maio daremos início ao Projeto Segurança com o tema "criança no carro". Saiba como transportar a garotada e o que fazer para evitar acidentes. E ainda: Ford Focus Flex, BMW X5, Peugeot 207, o esportivo Lobini e o novo Mercedes Classe C, além de um acirrado comparativo entre Honda Civic e Nissan Sentra. Nâo deixe de comentar as reportagens aqui!
Atenção, designers! Essa dica é para quem estuda desenho industrial, moda, arquitetura ou design. No dia 18 de maio encerram-se as inscrições para o Talento Volkswagen de Design 2007. São duas as categorias: Shape Design (desenvolvimento de um projeto para a parte externa do carro) e Color & Trim (criação do design interno e acabamento do veículo). Este é o nono ano em que os estagiários da área de Design são escolhidos a partir de demonstração prática. Nesta edição, o tema proposto é “Back to the Future”, que propõe um alinhamento das novas idéias, conceitos e identidade VW aos ícones do passado, como SP1, SP2, Fusca e Brasília. A VW costuma contratar boa parte dos alunos deste curso – isso quando eles não recebem alguma proposta melhor de fabricantes concorrentes. Mais informações e o regulamento podem ser encontrados no site www.volkswagen.com.br/design. Glauco Lucena
Este comercial do Toyota RAV da Inglaterra mostra, de forma bem humorada, a disputa entre um casal para ver quem sai com o carro de casa para trabalhar.
A Sundown Motos teve uma idéia sensacional. Duas, aliás. A primeira delas é a inclusão de uma moto com ar-condicionado em sua linha de produtos. Para ouvir a opinião dos consumidores sobre a novidade e sondar a viabilidade de sua produção, inventaram um test-drive. E agora vem a melhor parte: o test-drive é virtual! Sim, virtual. No jogo Second Life. O visitante (virtual) vai até a concessionária (virtual) da empresa e solicita um teste (virtual) com a moto (virtual) dotada de ar-condicionado (virtual). Tudo pelo computador, sem sair de casa.
Veja o que eles escreveram num release divulgado ontem: "Além do lançamento do modelo de moto com ar condicionado, a marca brasileira terá bicicletas e motos disponíveis para o uso no mundo virtual, compradas ou alugadas [...]. Nesta primeira fase, a empresa está investindo cerca de R$ 100 mil no projeto do Second Life."
Os sensores de estacionamento estão se popularizando com bastante velocidade. É fácil observar na rua carros com dois, três ou quatro círculos camuflados no pára-choque traseiro. Essas bolinhas são os sensores que detectam a aproximação de obstáculos. Embora os preços venham baixando paulatinamente, ainda estão demasiadamente caros no Brasil, assim como toda novidade - ainda que o preço elevado não tenha justificativa aceitável. Na última Automec (feira de autopeças), os estandes chineses invadiram o Anhembi, com todo tipo de peça de reposição, inclusive os tais sensores. Fingi que era um comprador e visitei várias empresas até encontrar um produto de qualidade, que dispunha de um simulador com o equipamento funcionando para teste. Então fui "negociar" com a representante de da empresa chinesa e escolhi um kit com quatro sensores e um display que indica a distância entre o pára-choque e o obstáculo. Se eu comprasse um lote com 50 peças ou mais, cada uma sairia por US$ 45, incluindo os custos de importação. Se o lojista adicionar 60% de lucro sobre cada unidade (uma boa margem, não?) para o consumidor final, custaria aproximadamente R$ 150. Na reportagem "Cuide do que é seu", de abril, mostramos que um leigo pode instalar o equipamento em aproximadamente uma hora. Supondo que as lojas cobrassem R$ 150 só de mão-de-obra, ainda assim teríamos um custo de R$ 300, não é? Você já consultou alguma concessionária para verificar quanto elas cobram para instalar o equipamento? Dificilmente o preço é inferior a R$ 600. Algumas empresas cobram até R$ 1.200 pelo equipamento já instalado. Explicações para preços tão elevados no Brasil existem aos montes, mas acho que poucas são aceitáveis. Para você, o que justifica os preços elevados dos acessórios ou peças de reposição no Brasil?
O Volvo C30 acaba de ser lançado no Brasil para concorrer com Audi A3 e BMW Série 1. Este simpático hatch marca também a volta da montadora sueca ao segmento de compactos. No evento de lançamento ele foi apresentado como um carro jovial, desenvolvido para atrair consumidores mais jovens. O ponto mais polêmico deste "carro de entrada" é, sem dúvida, a traseira. A tampa do porta-malas é próprio vidro traseiro. Pessoalmente achei bastante interessante, mas a solução traz um inconveniente devidamente respaldado pela Volvo. Quem vê o carro de traseira, incluindo o motorista ou moto que vem logo atrás, consegue ver todo o interior do C30. No Brasil, se você costuma carregar objetos de valor ou itens chamativos, isso pode ser um problema. Os designers da marca justificam que esse efeito "integra" o desenho do interior com o do exterior, conferindo unidade visual ao conjunto. Essa solução não é inédita. O vidro traseiro integrado à tampa do porta-malas (ou tampa do porta-malas integrado ao vidro traseiro?) já foi utilizado no 1800ES, de 1971. No passado, o 1800 fez sucesso e até participou de um programa de televisão. E você, gostou da novidade?
O sobrinho de uma amiga da revista Pequenas Empresas Grandes Negócios certa vez ficou intrigado quando a sua tia comentou sobre o trabalho que dá “fechar” uma edição. Em sua inocência, ele não teve dúvidas e mostrou como se faz: pegou cada ponta de uma revista que estava aberta e uniu-as. “Viu, tia. É fácil!” Quem dera fosse simples assim. Neste exato momento estamos todos em total ritmo de fechamento... Mas além da correria, este período costuma reservar momentos únicos de diversão. Esta semana, por exemplo, a ex-BBB Irislene Stefanelli, mais conhecida como Siri, esteve por aqui. Não veio falar conosco, nem posar para nenhuma foto da Autoesporte. Mas ficou no mesmo andar que a gente, gravando um vídeo sobre o processo de produção das publicações da editora. No fechamento passado, foi a “Turma do Júlio”, do Cocoricó que nos visitou. Eles vieram comemorar o lançamento dos quadrinhos inspirados no programa infantil. Claro que a gente fez uma pausa no trabalho para entrar na brincadeira. Para vocês se divertirem um pouco, confiram o registro da passagem do Júlio por aqui. Junto a ele, eu e a Ione, nossa diagramadora. De lambuja, vai uma mostra de como as visitas ilustres são freqüentes por aqui: Cascão e Ronaldinho Gaúcho!
Alberto Cataldi, 23 anos, está na Autoesporte desde 2005. Cuida do site, atualizando o Autonews e preparando matérias online. Passa o dia procurando novidades motorizadas na internet e, no tempo livre, gosta de ouvir música, ler e fazer apresentações com seu grupo de teatro.
Alexandre Carvalho, 37 anos, é editor da Autoesporte desde 2000, onde escreve sobre
tudo, especialmente mercado e geral. Gosta também de avaliar automóveis, ler, ouvir e tocar rock no grupo musical que tem com o Glauco e o
Hélio, da Galileu. E adora o mundo da informática.
O editor Daniel Messeder, 26 anos, atua há oito no setor automotivo. Louco por carros desde pequeno, estudou jornalismo para trabalhar com automóveis. Gosta de fazer testes, avaliações e viagens que incluam uma boa estrada para dirigir. Quando não está ao volante, curte andar de moto, jogar futebol e ir à praia.
O repórter Fabrício Migues, 25 anos, atua no setor desde 2003. Convive com o mundo dos carros desde pequeno, pois seu pai é engenheiro mecânico. Diz que adora viajar, mas na verdade é apenas uma desculpa para pegar uma estrada e dirigir.Gosta de automobilismo, principalmente rali, e de esportes. Escreve sobre tudo relacionado a veículos.
O redator chefe Glauco Lucena, 40 anos, trabalha há 17 no jornalismo automotivo.
Coordenador da seção "Área Restrita", gosta de atuar nos bastidores da indústria para revelar futuros
lançamentos. Nas horas vagas, suas curtições são cantar em sua banda de pop/rock e levar o filho aos jogos do
Palmeiras.
Hairton Ponciano Voz, 47 anos, é editor de testes. Escreve sobre carros há 20 anos. Causa certa inveja quando "tem" de dirigir Porsche ou Ferrari, mas pouca gente sabe que ele também testa carro 1.0 com ar-condicionado desligado e vidros fechados sob o sol de Indaiatuba.
Marcus Vinicius Gasques escreve sobre carros, pessoas que usam carros e fazem carros
há mais de 20 anos. Dedica seu tempo livre à leitura, corridas de rua e escaladas. Tem 49 anos, é diretor de redação de Autoesporte desde
2000, autor de quatro livros sobre montanhismo e dois infantis.
Marina Franco, 21 anos, é estagiária da Autoesporte desde dezembro de
2006. "Garimpa” as notinhas da Autonews e cuida do nosso site. Divide seu tempo entre a faculdade de jornalismo, cinema, praia e os
amigos.
Renata Viana de Carvalho tem 25 anos e está na Autoesporte desde 2002. Escreve
sobre tudo o que envolve automóveis, não dispensa avaliar um carro e tem a ambição de ser a primeira mulher a testá-los
na revista. Curte a família e os amigos, ler, ir ao cinema, ouvir música e cantar. É fã do Santos, 24 Horas, Lost e,
contrariando quase toda equipe, do Los Hermanos.
O estagiário Thiago Vinholes, 22 anos, trabalha desde 2004 no jornalismo automotivo. Durante o dia procura notícias para o site e eventuais pautas para a revista. Adora veículos com tração 4x4 e esportivos japoneses. Nas horas livres está sempre em busca de algum lugar exótico para acampar e curtir a natureza.