Pare !



San Pedro de Atacama é uma cidade chilena com menos de 5 mil habitantes e nenhum semáforo. O mais próximo está a 95 km de distância, na cidade de Calama. Quando um carro pára no cruzamento, raramente há outro veículo vindo pela transversal. Ainda assim, todo mundo interrompe o movimento diante do sinal de Pare. Engata novamente a primeira, olha para todos os lados e sai. É uma atitude comum em países como os Estados Unidos, onde o sinal de Pare tem de ser levado ao pé da letra, ou seja, o motorista deve imobilizar totalmente o carro. Mas é estranho observar esse comportamento em uma pequena cidade situada às margens de um deserto de sal, com uma frota de veículos insignificante. Para pensar: quanto a interpretação brasileira do Pare (reduza a velocidade, dê uma boa olhada e siga em frente...) não resulta em acidentes que o excesso de zelo de chilenos e norte-americanos consegue evitar?

Marcus Vinicius Gasques
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Corolla ou Civic?



As imagens do novo Toyota Corolla já são conhecidas. Se você ainda não viu, visite o site de Autoesporte. Estamos falando do Corolla americano, e não do europeu. Segundo apurou o editor Alexandre Carvalho no Sema Show, em Las Vegas, o Corolla brasileiro será igual ao americano, com pouquíssimas diferenças de acabamento. Palavra de executivos da Toyota. Mas as diferenças em relação ao europeu também são sutis. O que queremos saber é o seguinte: você gostou do desenho do novo Corolla? Acha que ele ficou melhor que o Civic? A briga pra valer no Brasil começa em março. Pessoalmente, eu gostei do Corolla, mas ainda acho o Civic mais harmonioso e arrojado. E você???

Glauco Lucena
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Torre de Babel



Ta certo que vivemos em um mundo globalizado, mas a principal economia do mundo se torna cada vez mais cosmopolita (a contra gosto de muitos americanos médios.). No SEMA, vemos de tudo: indianos, chineses, japoneses, brasileiros etc. Os orientais destacam-se em dois pontos: a Toyota, que é a maior patrocinadora oficial do evento, tem a sua picape grande Tundra como veículo mais encontrado nos estandes das empresas de personalização. Supera até mesmo a série F da Ford. E os chineses continuam sua invasão. Depois de Detroit, Frankfurt, Bolonha, Genebra e Paris, eles comparecem em grande número como expositores. Além de marcarem presença nos brindes (canetas, carrinhos, etc), os fabricantes chineses estão expondo de tudo, mas concentram os esforços em pneus e rodas.

E como estamos próximos do México, o espanhol é uma língua comum nas ruas. De placas indicativas no aeroporto até lojas e anúncios da prefeitura que pedem a denúncia de pichadores em troca de recompensa (se você dedurar um deles, pode ganhar US$ 500). A língua mais ouvida de faxineiros, atendentes, caixas, serviços que a maioria dos americanos não pega, é o espanhol.

Alexandre Carvalho, de Las Vegas (EUA)
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Organização nota 10



Muita gente pode não gostar de americanos, mas, se já esteve em algum show ou feira organizado por eles, tem de a mão à palmatória: os caras mandam muito bem na produção de qualquer tipo de evento. No caso do SEMA não é diferente. Como vimos no post anterior, o Las Vegas Convetion Center é enorme e 100 mil pessoas devem passar aqui nos quatro dias o salão. E como, nós jornalistas, podemos ver tudo com mais calma e fotografar sem gente ao lado dos carros? Simples. Basta requisitar um passe 24 horas (nada a ver com o Jack Bauer...). Com ele, qualquer pessoa pode entrar no Centro de Convenções de Las Vegas a hora que quiser. Como as portas fecham às 17h (e aqui eles tocam todos os presentes para fora, como se estivessem lidando com gado...), você tem até as 9h da manhã do dia seguinte para passear pelo SEMA, e fazer as fotos com mais tranqüilidade.

Um outro problema dos jornalistas nestas ocasiões foi resolvido também: o de apresentar cartões de visita aos estandes para a retirada de material informativo sobre os lançamentos. Ao invés de gastar todo o estoque que a empresa me forneceu, uso o cartão magnético que recebi no credenciamento. Basta passá-lo no leitor do estande para que o expositor receba meus dados, como nome, publicação, endereço, telefone e email. Simples e prático. E ecológico também.

Alexandre Carvalho, de Las Vegas (EUA)
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Impressões do Brasil

Chega de sonho. Depois de minha curta temporada no Japão, desço em Cumbica e entro em um carro, um Siena a gás. Minha mala (única) quase não cabe no porta-malas, tomado pelo reservatório de gás. O pior, no entanto, estava por vir. No caminho para casa, há uma subida bem inclinada. Com gás, o carro rapidamente "pediu" primeira marcha, e mesmo assim quase não subiu. Claro que não havia uma gota de combustível líquido no tanque, para resolver o problema. Eis a nossa realidade.

Hairton Ponciano Voz
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O maior espetáculo da Terra (dos acessórios de personalização)



Começou nesta terça, dia 30 de outubro, o Specialty Equipment Market Association – SEMA (Associação do Mercado de Equipamentos Especiais, em português), em Las Vegas, no estado de Nevada, nos Estados Unidos. Como tudo aqui no país, o evento é grande. Mesmo não sendo aberto à visitação do público, o Sema tem números impressionantes. Veja alguns:

- São 2.200 expositores
- São esperadas mais de 100 mil pessoas, entre gente da indústria e jornalistas
- 14 montadoras (GM, Toyota, Chrysler, Nissan, Honda, Hyundai, Ford, Kia, Lexus, Mazda, Scion, Subaru, VW e Suzuki)
- A GM trouxe representantes de oito paises para visitar o evento

Para abrigar tanta gente, o Las Vegas Convention Center, onde o Sema é realizado (fica bem ao lado do hotel Hilton, onde Elvis Presley fez oito temporadas de shows), é um dos maiores do mundo. E ainda está crescendo, com obras de expansão a pleno vapor. Ele conta com:

- 297.000 m² de área, sendo 186.000 m² para expositores
- Estacionamento para 5.200 carros
- 7.500 assentos em suas 144 salas de reunião

Celebridades são figuras fáceis por aqui. Veja algumas:

- O rapper americano 50 Cent
- Um sósia do ex-piloto de F-1 Jim Clark
- Chip Foose, criador de carros personalizados
- A galera da West Coast personalizações
- Carrol Shelby, o criado do Shelby Cobra
- E pilotos da Nascar e rali

Estou no Sema, e trarei algumas novidades daqui a vocês. A cobertura completa fica para a edição de Autoesporte de dezembro.

Alexandre Carvalho, de Las Vegas (EUA)
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Denuncie os poluidores

Se você está no estado de São Paulo, há uma forma muito simples para denunciar os poluidores do ar. A Cetesb (Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental), disponibiliza o Disque Meio Ambiente, telefone 0800 11 35 60. A ligação é gratuita e o serviço funciona das 8h às 18h.

Para denunciar um veículo poluidor, acesse a opção número três ao ser atendido pelo serviço automático. Informe a marca e modelo do veículo, nome da empresa (se houver), placa, local em que você flagrou o poluidor e, se possível, a cor da fumaça.

Ulisses Cavalcante
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Honda comemora 10 anos de Brasil



A marca japonesa abriu as instalações da fábrica de Sumaré (SP) aos jornalistas especializados como parte das comemorações do décimo aniversário do local. Ali são produzidos o Civic e sua versão esportiva Si e o Fit.
Uma das maiores novidades é a finalização da linha de produção de motor e cabeçote para os modelos, que hoje são importados do Japão. A produção deve começar no início do ano que vem.
Nesta década de produção local impressionam os números: se 1997 a Honda produziu apenas 862 unidades (número de setembro a dezembro apenas), este ano serão 105,9 mil unidades. O número de funcionários cresceu de 414 para 2.500, enquanto a capacidade de produção saltou de 15 mil para 100 mil. Há dez anos a Honda vendeu 2.895 carros, quase todos importados. Este ano, serão 86.315, segundo previsão da marca. Antes, a média de produção era de um carro a cada 16 minutos. Hoje é de 2,5 minutos. O que mais impressionou na visita foi a organização e limpeza, além, claro da modernidade da linha. O cuidado com a segurança é tremendo. Há avisos que, para nós, podem parecer tolos (como não abra determinada porta sem um especialista em eletricidade), mas que garantem quantidade pequena de acidentes de trabalho. Deu para entender muito do motivo de a Honda estar com três turnos de produção, sem poder ampliar a capacidade por conta da demanda. O que produz vende. Afinal, são carros modernos, em compasso com o que há no exterior.
E você: qual sua explicação para o sucesso da Honda no país?

Alexandre Carvalho
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Impressões do Japão-4


Gustavo Lourenção


Embora por aqui os carros sejam modernos, há uma grande frota de modelos de visual bem antigo rodando. São os taxis. A Toyota produz especialmente para essa finalidade o modelo Comfort, baseado no sedã Crown. É um veículo de linhas bem conservadoras (o Santana não faria papel ruim perto dele), mas, dizem-me, bem confortável, e com bom porta-malas. Ainda não sei por que a Renault não investe neste nicho no Brasil, com o Logan.

Hairton Ponciano Voz
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Impressões do Japão - 3


Gustavo Lourenção

Por aqui, as ruas são muito limpas, o asfalto é perfeito e não se ouve buzina. Muito carro branco. Tenho impressão de que há mais carro branco (proporcionalmente) por aqui do que prata no Brasil. A frota é nova, e há uma supremacia da Toyota (45% do mercado). Vi menos Honda do que esperava, e mais Nissan do que supunha. Certamente reflexo da passagem de Carlos Ghosn por aqui.

Hairton Ponciano Voz
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Impressões do Japão - 2



O Salão de Tóquio é organizado ao extremo, como tudo neste país. A credencial dos jornalistas tem um microchip (0,4 milimetro quadrado) que libera acesso a todos os lugares, da sala de imprensa aos restaurantes. Nada de música muito alta nos estandes (como em São Paulo e Detroit, por exemplo), nem mulheres seminuas para atrair a atenção. Por aqui a atração são os carros.

Hairton Ponciano Voz
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Impressões do Japão - 1



Algumas horas passadas na pista de Fuji, aqui no Japão, podem ensinar muito sobre administração de autódromos. Estava testando rapidamente alguns veículos híbridos da Toyota (Prius, Camry, Lexus LS 600, etc), mas ao mesmo tempo, em outras áreas do complexo, havia outros tipos de utilização do lugar. Pude ver pessoas treinando com kart e motos do tipo supermotard, não muito longe de mim. No circuito de corrida, vários veículos de competição, enquanto em uma pequena pista especialmente feita para provas de drifting, vários pilotos treinavam derrapagens. Tudo isso em plena segunda-feira. E todos certamente pagando e gerando receita para o complexo Fuji Speedway. Ah, e com o Monte Fuji ao fundo!

Hairton Ponciano Voz
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Edição de novembro!



A Autoesporte de novembro chega às bancas amanhã, mas você já confere as principais novidades desta edição aqui. Neste mês nós trazemos uma avaliação detalhada do novo Ford Ecosport nas versões 1.6 e 2.0 4WD. Também levantamos poeira com a nova Mitsubishi L200 e o Tiguan, o novo jipinho da Volkswagen. Confira também uma primeira volta com o Fiat Siena 2008, além de outros testes imperdíveis com os novos Chevrolet Meriva, Fiat Punto Turbo e Hyundai Veracruz.

E você que já garantiu seu exemplar, deixe aqui suas opiniões!

Alberto Cataldi
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Fim de temporada



Contrariando as expectativas, Kimi Raikkonen, da Ferrari, foi o grande campeão da temporada 2007 de Fórmula 1. O finlandês não apenas ficou em primeiro no GP do Brasil como também superou Lewis Hamilton e Fernando Alonso, ambos pilotos da McLaren com maior probabilidade de conquistar os pontos necessários para garantir o campeonato.

Após uma série de erros de Hamilton e de um trabalho em equipe com Felipe Massa, Raikkonen dominou a pista de Interlagos e conquistou seu primeiro mundial após dois vice-campeonatos. E você, o que achou desta última corrida? Faltou experiência para Hamilton ou a briga com Alonso prejudicou o desempenho de ambos? Diga o que achou da temporada 2007 de F1.

Alberto Cataldi
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A idade para dirigir



O governo inglês está estudando a hipótese de aumentar para 18 anos a idade mínima para os jovens de seu país tirarem a habilitação para dirigir, em uma tentativa de reduzir o número de acidentes nas estradas britânicas.

Na Inglaterra, as colisões no trânsito são a maior causa de morte na juventude, chegando a cerca de mil por ano. Além disso, a cada hora uma pessoa com menos de 25 se machuca gravemente em incidentes desse tipo.

O tema será alvo de uma consulta pública no país, que deve ser feita até o fim do ano.

Enquanto isso, no Brasil, algumas discussões sobre a redução da maioridade penal para 16 anos faria com que o jovem dessa idade pudesse, automaticamente, fazer as provas para tirar a Carteira Nacional de Habilitação. Isso porque o CTB (Código de Trânsito Brasileiro) não faz menção à idade de 18 anos como requisito para o candidato à CNH e sim à necessidade de que ele seja possa ser responsabilizado penalmente por seus atos (artigo 140).

Você acha que o aumento da idade para conduzir carros pode reduzir os acidentes na Inglaterra? E aqui, quais seriam os impactos de jovens de 16 anos ao volante, caso a maioridade penal fosse alterada? Você acha que existe uma idade ideal para começar a dirigir?

Renata Viana de Carvalho
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Não vem mais



A Citroën "suspendeu temporariamente" a importação do multiuso Berlingo 1.6 16V, produzido na Argentina. O modelo, que já está em uma nova geração na Europa há alguns anos, vendia pouco, o que motivou de fato a interrupção da vinda do modelo. Este é um segmento que nunca decolou no Brasil. Seus representantes sempre venderam pouco (Renault Kangoo, Fiat Doblò e o próprio Citroën), especialmente por causa do estilo "diferente", meio monstrengo. O espaço interno é muito bom para a família, mas a cara... E vc? Qual sua teoria sobre o fracasso destes multiusos no Brasil?

Alexandre Carvalho
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Alberto Cataldi, 23 anos, está na Autoesporte desde 2005. Cuida do site, atualizando o Autonews e preparando matérias online. Passa o dia procurando novidades motorizadas na internet e, no tempo livre, gosta de ouvir música, ler e fazer apresentações com seu grupo de teatro.

 

Alexandre Carvalho, 37 anos, é editor da Autoesporte desde 2000, onde escreve sobre tudo, especialmente mercado e geral. Gosta também de avaliar automóveis, ler, ouvir e tocar rock no grupo musical que tem com o Glauco e o Hélio, da Galileu. E adora o mundo da informática.

 

O editor Daniel Messeder, 26 anos, atua há oito no setor automotivo. Louco por carros desde pequeno, estudou jornalismo para trabalhar com automóveis. Gosta de fazer testes, avaliações e viagens que incluam uma boa estrada para dirigir. Quando não está ao volante, curte andar de moto, jogar futebol e ir à praia.

 

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O redator chefe Glauco Lucena, 40 anos, trabalha há 17 no jornalismo automotivo. Coordenador da seção "Área Restrita", gosta de atuar nos bastidores da indústria para revelar futuros lançamentos. Nas horas vagas, suas curtições são cantar em sua banda de pop/rock e levar o filho aos jogos do Palmeiras.

 

Hairton Ponciano Voz, 47 anos, é editor de testes. Escreve sobre carros há 20 anos. Causa certa inveja quando "tem" de dirigir Porsche ou Ferrari, mas pouca gente sabe que ele também testa carro 1.0 com ar-condicionado desligado e vidros fechados sob o sol de Indaiatuba.

 

Marcus Vinicius Gasques escreve sobre carros, pessoas que usam carros e fazem carros há mais de 20 anos. Dedica seu tempo livre à leitura, corridas de rua e escaladas. Tem 49 anos, é diretor de redação de Autoesporte desde 2000, autor de quatro livros sobre montanhismo e dois infantis.

 

Marina Franco, 21 anos, é estagiária da Autoesporte desde dezembro de 2006. "Garimpa” as notinhas da Autonews e cuida do nosso site. Divide seu tempo entre a faculdade de jornalismo, cinema, praia e os amigos.

 

Renata Viana de Carvalho tem 25 anos e está na Autoesporte desde 2002. Escreve sobre tudo o que envolve automóveis, não dispensa avaliar um carro e tem a ambição de ser a primeira mulher a testá-los na revista. Curte a família e os amigos, ler, ir ao cinema, ouvir música e cantar. É fã do Santos, 24 Horas, Lost e, contrariando quase toda equipe, do Los Hermanos.

 

O estagiário Thiago Vinholes, 22 anos, trabalha desde 2004 no jornalismo automotivo. Durante o dia procura notícias para o site e eventuais pautas para a revista. Adora veículos com tração 4x4 e esportivos japoneses. Nas horas livres está sempre em busca de algum lugar exótico para acampar e curtir a natureza.

 

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