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Novo, mas nem tanto

A Honda lançou uma “série especial” de mil unidades da versão 1.5 do Fit, com alguns adereços estéticos externos de ar mais esportivo. Por conta da novidade, que acrescenta R$ 600 ao preço, o modelo foi batizado de “S”. O que pega, no entanto, é o fato de a montadora estar divulgando o carro como “Novo Honda Fit 2008”. “Novo” pode levar alguns consumidores a pensar no Novo Honda Fit real, cuja avaliação foi publicada na revista Autoesporte que está nas bancas. Fique esperto: Fit novo de verdade chega no segundo semestre, provavelmente já como linha 2009.
Marcus Vinicius Gasques
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De quem é a culpa?

Enquanto o Brasil pulava carnaval no início desta semana, um assunto bastante polêmico foi levantado pela revista Época. Trata-se de uma matéria que relatava oito casos de pessoas que perderam parte de algum dedo da mão ao tentar rebater o banco traseiro do Fox. Para quem não sabe, Fox, CrossFox e SpaceFox possuem como item opcional um banco rebatível. É um sistema bastante interessante, no qual qualquer um pode(ria) realizar com certa facilidade, podendo até retirar o banco totalmente. Ninguém imaginava que nessa (simples?) operação pudesse perder parte do dedo. A forma de rebater o banco é explicada através de ilustrações presentes tanto no manual do proprietário quanto num adesivo colado na parte traseira do banco. Em comunicado enviado à imprensa hoje, a Volkswagen alega que os casos decorreram de mau uso do produto, e que não há razão para fazer um recall. Porém, a marca informa que irá oferecer, a partir da próxima semana, "a instalação gratuita de uma peça adicional que evita eventuais erros na operação de rebatimento do banco traseiro do Fox".
Eu queria saber de você, caro leitor, o que acha desse assunto? Será que por utilizar mal um produto eu acabo perdendo parte do meu corpo? E a atitude da VW, é um "recall disfarçado"?
Fabrício Migues
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Participe da Autoesporte
Estamos aqui na redação concluindo a edição de março (em breve postarei o conteúdo da revista) e gostaríamos de saber: qual matéria você gostaria de ver nas próximas edições? Pode ser qualquer coisa, avaliações, testes, comparativos, reportagens sobre trânsito, segurança, carros ecológicos, superesportivos... Não deixe de enviar suas sugestões!
Daniel Messeder
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Autoesporte de março, amanhã nas bancas!

Caros leitores, a edição de março da Autoesporte começa a chegar às bancas no dia 20, quarta-feira, com os seguintes destaques:
- Superteste carros 1.0: testamos 16 carros "mil", hatches e sedãs, em quatro comparativos. (Inclui os novos Kia Picanto, Ford Ka e Renault Sandero)
- Segredo: mais informações sobre o novo Gol, com projeções atualizadas
- Impressões: Ford Edge, Dodge Journey, novo Jeep Cherokee Sport, Subaru Outback e Mahindra Scorpio cabine dupla
- Apresentação: Novo Ford Fiesta e Cadillac CTS-V
- Comparativo: Chrysler 300C V6 X Chevrolet Omega
E muito mais!
Daniel Messeder
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Um dia de mafioso
Estávamos, até outro dia, com um Mégane Coupé Cabriolet para avaliação. E em uma das noites fui com ele para casa. É um carro recém-lançado no Brasil, e ainda nem circula em São Paulo. O preço é bem fora dos meus padrões: R$ 124.890. É também fora dos padrões das pessoas que moram no meu prédio. O design é moderno e o carro chama bastante atenção por onde passa. Já dá para imaginar que o conversível fez muito sucesso lá na garagem do prédio, certo?
Enfim, eu sempre achei aquele ditado "toda fama tem o seu preço" idiota e mentiroso. Pô, fama não deve ser tão ruim assim e seu preço deve ser positivo. Tsc, tsc, tsc... Pensamento completamente errado. Meus vizinhos já achavam estranho sempre haver um carro diferente na minha vaga. E suas placas, então? São José dos Pinhais (PR), Camaçari (BA), Gravataí (RS). Outro dia ouvi um morador cochichando com o porteiro: "É placa fria... Esse garoto é encrenca". Quando me viu, o rapaz ficou pálido. Ele não sabe que sou jornalista e que dirigimos carros emprestados pelas montadoras, que são emplacados onde elas têm sede. Mas, até aí, eram sempre carros acessíveis, não tão fora da realidade. Eu preferi não desmentir.
 Meu dia de mafioso
Ah, mas no dia do Mégane a história foi diferente. O prédio todo viu e o comentário foi geral. "Como pode um garoto ter um carro assim? Ele deve estar metido com a Máfia." Outro vizinho falou: "Acho que ele tem parentesco com o tal do Berezovsky, aquele mafioso russo. Ele é parecido com ele.Vamos fazer uma denúncia anônima. Temos medo." O síndico pediu calma para todos, disse que tomaria as providências necessárias e veio falar comigo. Explicou toda a situação para mim, que, logicamente, soltei uma bela gargalhada e contei a história toda para ele. Ele ficou sem graça e me pediu desculpas.
Até hoje as pessoas me olham desconfiadas. Eu não ligo, mas aprendi uma coisa: "Se você não tem dinheiro para comprar um carro caro e aparece com um, cuidado: a polícia pode bater na sua porta a qualquer hora." Carro é, sem dúvida, um símbolo de status. Mas o dono precisa parecer ser o dono dele.
Fabrício Migues
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Não tão seguras
 Mitsubishi L200
A Euro NCAP divulgou na última terça-feira as informações de sua primeira bateria de testes de impacto com picapes. A entidade selecionou os modelos europeus Nissan Frontier SEL (Navara), Mitsubishi L200 Triton e Isuzu D-Max - os dois primeiros, também vendidos no Brasil. No geral, o resultado foi decepcionante.
A Nissan foi a que se saiu pior, conquistando apenas uma estrela de cinco possíveis no quesito de proteção de adultos no interior. A Isuzu também foi reprovada no item, com duas estrelas, além de conseguir apenas uma em proteção ao pedestre em caso de atropelamento, assim como a Mitsubishi (você pode conferir todos os resultados nesta página).
Os testes derrubaram o mito de que a robustez de uma picape pode se converter em proteção para seus ocupantes, o que assusta ainda mais quando os modelos levados em conta são europeus, supostamente no topo da lista em tecnologia e segurança. O que você achou dos resultados? Já comprou uma picape pensando na segurança que ela poderia proporcionar? Deixe sua opinião.
Alberto Cataldi
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A metamorfose
Não é novidade para o pessoal da redação que sou fã do seriado Os Simpsons. Além da ironia, gosto muito das cutucadas que a família dá na sociedade, especialmente a norte-americana, a qual nos espelhamos muito. Semana passada, ainda em férias para cuidar da filhota que nasceu em janeiro, assisti a um episódio no canal pago Fox, que me chamou a atenção: o atrapalhado Homer Simpson compra um utilitário esportivo por ter se encantado com o tamanho e a possibilidade de cortar caminho com o monstrão – ele viu o palhaço Krusty passando por cima do parquinho da escola primária para fugir do congestionamento do portão.
Após a compra do jipão fictício Canyonero Série F, Homer descobre com os companheiros de trabalho que esta versão é voltada ao público feminino: no lugar do acendedor de cigarros, Homer descobre um local para acomodar o...batom. Revoltado, ele passa o carrão para a recatada esposa Marge. Esta, apesar de receosa com o tamanho do veículo, aprende a gostar do jipão. Afinal, seus mimos são atraentes (navegador, escadinha para entrar na cabine, espaço para “32 sacolas de supermercado”...). Começa então a transformação. Se antes Marge nunca saiu da faixa para não atrapalhar o trânsito, a mãe da família começa a andar mais rápido, cortar caminho por locais proibidos, cruzar faixas, ofender aos mais “lentos” e a ofuscar a visão de outros motoristas com os potentes faróis de neblina que comprou. Faz tudo mesmo ciente de que os utilitários esportivos “são mais vulneráveis nas curvas e podem capotar e pegar fogo, como vi no documentário da televisão”. E vai parar na escola de reeducação de trânsito após ser multada pelo fanfarrão chefe de polícia Clancy Wiggum.
O fato é que a crítica inteligente deste episódio da 10ª temporada (para os fãs, chama-se “Marge, o Terror das Ruas”) concentra-se na indústria automobilística e na “fúria das estradas”, que toma conta de muita gente que está ao volante destes carrões. O porta batom e Marge ter gostado do jipão são críticas ao marketing que as montadoras criaram de que estes veículos são voltados para mulheres. A “fúria nas ruas” é transformação na qual muitos motoristas passam ao sentirem-se mais poderosos dirigindo um carro mais alto e potente, que pode subjugar os outros nas ruas. E você: qual sua opinião sobre os utilitários esportivos? Concorda com a crítica do desenho ou é a favor deles por conta a “sobrevivência no trânsito”?
 O Canyonero
Alexandre Carvalho
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Fiesta global. E brasileiro em 2010
 Novo Ford Fiesta versão quatro portas
A nova geração do Fiesta vem dando o que falar em blogs e sites automotivos do mundo inteiro. Primeiro porque o carro ficou muito bonito. Suas formas preservaram quase intactas as linhas do conceito Verve, tanto por fora quanto por dentro. Segundo porque a Ford anunciou que o modelo foi feito para ser o compacto da marca em todo o globo, ou seja, será vendido na Europa, na Ásia, nas Américas (Estados Unidos incluso) e até na Austrália. Os brasileiros, acostumados a ficar para trás em termos de lançamentos mundiais, já começaram a se questionar: "Esse carro virá para o Brasil?" Sim, virá. Mas só em 2010. Li nos blogs alguns comentários que diziam que o Fiesta tinha crescido e ficado sofisticado demais, e que por isso não teria chances de ser "Made in Brazil". Não é verdade: a nova geração do compacto manteve a mesma distância entre eixos do atual (2,49 m), ficou cerca de 20 cm menor em comprimento (3,69 m contra 3,90 m), perdeu 2 cm em largura (1,65 m ante 1,67 m) e baixou 7 cm em altura (1,38 m no novo, 1,45 no atual). Ele não seguiu a "regra" de crescimento da nova geração de compactos, como o Fiat Punto, que superou a barreira dos 4 m de comprimento. Pelo contrário. O novo Fiesta tem a mesma filosofia do Mazda 2, do qual herda a plataforma: ser um carro compacto e leve, para atingir bons níveis de desempenho e, principalmente, economia.
À esquerda, novo Fiesta; à direita, modelo atual.
Quem viu o carro em uma pré-apresentação feita pela Ford ontem, antes mesmo da abertura do Salão de Genebra à imprensa, já escreveu que o painel não é lá um primor em acabamento, especialmente pela tampa do porta-luvas, de aparência barata. Uma fonte da Ford brasileira informou que, por aqui, os plásticos e tecidos dos bancos serão mais simples e o carro perderá alguns detalhes do modelo europeu. A produção na fábrica de Camaçari (BA) começará em 2010, como noticiamos na edição de março da Autoesporte. E ainda não foi decidido se fabricaremos a versão sedã para exportar aos Estados Unidos. Mas, ao que tudo indica, a Ford mexicana deverá ganhar essa concorrência, deixando a fábrica brasileira responsável pela produção do hatch quatro portas e do sedã para o mercado interno e Mercosul.
 À esquerda, painel do novo Fiesta; à direita, o atual.
O que você achou do novo Fiesta? Ele fará sucesso? Opine!
Daniel Messeder
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Uma tarde em Itapoã e uma noite de reza brava

Não, este carro não é o Rinspeed sQuba. É o carro do meu pai! Sabem aquele temporal que assolou Salvador no último dia 28 de fevereiro, destruindo ruas e casas, causando desabamentos e deslizamentos de terra ? Então, essa chuvinha também causou perda total no Honda Fit novinho em folha do papa, dando também “PT” em suas férias.
Depois de passar uma tarde em Itapoã, o sol que ardia foi tomado por uma chuva que não tem tamanho. A única saída que meu velho encontrou foi vestir novamente o velho calção de banho e fugir do temporal junto de minha mãe e minha irmã, ambas desesperadas. O simples caminho de volta da praia se transformou num inferno molhado, enquanto isso a chuva castigava sem dó nem piedade.

Mas a chuva não parava. Choveu tanto, mas tanto, que todos os caminhos possíveis estavam sendo bloqueados pela água da chuva. Até que o estacionamento de uma igreja na região pareceu ser um porto seguro diante tamanho dilúvio. Mas nem Jesus Cristo foi capaz de impedir o avanço do alagamento, que ignorou a casa de Deus e inundou sua garagem e os carros de suas ovelhas.
Após uma noite ilhada no santíssimo estabelecimento, minha família pode deixar o refúgio e conferir os estragos. Não deu outra, depois que a água ultrapassou a altura das portas nada mais pode ser feito com o carro, a não ser chorar sob sua lataria suja de lama. Sem o destemido Fit, meus pais e minha irmã tiveram de voltar pra casa de avião, deixando o carro nas mãos da perícia da seguradora em Salvador. Ah sim, essas fotos foram tiradas por minha irmã Gabriele, enquanto meu pai se acabava no celular e minha mãe rezava o 1654º Pai Nosso.
E pensar que enquanto eles tomavam a maior chuva na cabeça eu comia uma deliciosa pizza de calabresa no conforto do lar, em São Paulo.
Thiago Vinholes
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Alberto Cataldi, 23 anos, está na Autoesporte desde 2005. Cuida do site, atualizando o Autonews e preparando matérias online. Passa o dia procurando novidades motorizadas na internet e, no tempo livre, gosta de ouvir música, ler e fazer apresentações com seu grupo de teatro. |
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Alexandre Carvalho, 37 anos, é editor da Autoesporte desde 2000, onde escreve sobre
tudo, especialmente mercado e geral. Gosta também de avaliar automóveis, ler, ouvir e tocar rock no grupo musical que tem com o Glauco e o
Hélio, da Galileu. E adora o mundo da informática. |
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O editor Daniel Messeder, 26 anos, atua há oito no setor automotivo. Louco por carros desde pequeno, estudou jornalismo para trabalhar com automóveis. Gosta de fazer testes, avaliações e viagens que incluam uma boa estrada para dirigir. Quando não está ao volante, curte andar de moto, jogar futebol e ir à praia.
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O repórter Fabrício Migues, 25 anos, atua no setor desde 2003. Convive com o mundo dos carros desde pequeno, pois seu pai é engenheiro mecânico. Diz que adora viajar, mas na verdade é apenas uma desculpa para pegar uma estrada e dirigir.Gosta de automobilismo, principalmente rali, e de esportes. Escreve sobre tudo relacionado a veículos.
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O redator chefe Glauco Lucena, 40 anos, trabalha há 17 no jornalismo automotivo.
Coordenador da seção "Área Restrita", gosta de atuar nos bastidores da indústria para revelar futuros
lançamentos. Nas horas vagas, suas curtições são cantar em sua banda de pop/rock e levar o filho aos jogos do
Palmeiras. |
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Hairton Ponciano Voz, 47 anos, é editor de testes. Escreve sobre carros há 20 anos. Causa certa inveja quando "tem" de dirigir Porsche ou Ferrari, mas pouca gente sabe que ele também testa carro 1.0 com ar-condicionado desligado e vidros fechados sob o sol de Indaiatuba. |
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Marcus Vinicius Gasques escreve sobre carros, pessoas que usam carros e fazem carros
há mais de 20 anos. Dedica seu tempo livre à leitura, corridas de rua e escaladas. Tem 49 anos, é diretor de redação de Autoesporte desde
2000, autor de quatro livros sobre montanhismo e dois infantis. |
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Marina Franco, 21 anos, é estagiária da Autoesporte desde dezembro de
2006. "Garimpa” as notinhas da Autonews e cuida do nosso site. Divide seu tempo entre a faculdade de jornalismo, cinema, praia e os
amigos. |
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Renata Viana de Carvalho tem 25 anos e está na Autoesporte desde 2002. Escreve
sobre tudo o que envolve automóveis, não dispensa avaliar um carro e tem a ambição de ser a primeira mulher a testá-los
na revista. Curte a família e os amigos, ler, ir ao cinema, ouvir música e cantar. É fã do Santos, 24 Horas, Lost e,
contrariando quase toda equipe, do Los Hermanos. |
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O estagiário Thiago Vinholes, 22 anos, trabalha desde 2004 no jornalismo automotivo. Durante o dia procura notícias para o site e eventuais pautas para a revista. Adora veículos com tração 4x4 e esportivos japoneses. Nas horas livres está sempre em busca de algum lugar exótico para acampar e curtir a natureza. |
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